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Aumenta o número de famílias brasileiras nas classes A e B, consideradas rica e média alta.

O dado é da FGV Social e se baseia na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua, a Pnad Contínua de 2018, do IBGE.

No ano passado, essas famílias representavam 14 vírgula quatro por cento da população, o equivalente a 30 milhões de pessoas. Em 2017 a proporção era menor, de 13 vírgula seis por cento da população.

O estudo considera das classes A e B pessoas com renda familiar per capta superior a oito mil 158 reais por mês.

Em entrevista ao Valor Econômico, o diretor da FGV Social, Marcelo Neri, classifica esse grupo como classe média tradicional.

Segundo ele, nos Estados Unidos ou em países da Europa seriam as famílias com casa, dois carros, dois filhos e dois cachorros.

O especialista, que há décadas estuda a mobilidade social brasileira, diz que a boa notícia é que esse grupo voltou a crescer no País.

Por outro lado, o levantamento aponta estabilidade nas classes D e E, que possuem renda menor por membro da família, de até mil 892 reais e 65 centavos.

Já a fatia da classe C diminuiu de um ano para outro e passou de 56 vírgula três por cento, em 2017, para 55 vírgula três por cento da população em 2018.

Chamada de nova classe média, ela é representada por cerca de 115 milhões de brasileiros, com renda per capta familiar média entre mil e 800 reais e oito mil reais.

Repórter: Sig Eikmeier

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